Bem-Vindo ao Blog A AutoCura para os Transtornos Alimentares

Construi este blog para estender a mão para as pessoas que sofrem com algum tipo de distúrbio alimentar. Posso afirmar que se trata de postagens de auto-ajuda, de muita auto-ajuda. Neste blog você encontrará muitas mensagens escritas por mim, e muitas outras de varios autores, cujas idéias me identifiquei. Caso eu publique algum texto ou imagem sua e você não quer que seja compartilhada, por favor entre em contato que imediatamente a retirarei, mas saiba que só publiquei porque gostei muito. Tenho muito o que dizer para você que sofre (e sei que é muito) com essa guerra com a balança e com os alimentos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Postagem para começar bem o seu dia

É preciso Correr Riscos !!!
Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
Todos os dias, DEUS nos dá - junto com o sol - um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes.
Todos os dias, procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual a ontem e será igual a amanhã.
Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silêncio, logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Este momento existe - um momento em que toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
A felicidade às vezes é uma benção - mas geralmente é uma conquista. O instante mágico do dia, nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.
Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões - mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, poderemos olhar para trás com orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr riscos, porque este talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir. Mas quando olhar para trás – porque sempre olhamos para trás - vai escutar seu coração dizendo: "O que fizeste com os milagres que DEUS semeou por teus dias? O que fizeste com os talentos que teu Mestre te confiou? Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. Então, esta é a tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida."

"Na Margem do Rio Pietra eu sentei e chorei"- Paulo Coelho



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A AUTO CURA EM FORMA DE GOTAS

Olá Amigos!!

Embora seja Terapeuta Floral e utilize os Florais de Bach diariamente, eu ainda não havia postado nada sobre esse assunto tão importante para a cura dos transtornos alimentares. Não existe uma fórmula secreta para emagrecer, para tratar distúrbios alimentares, o que existe é uma combinação de flores para cada pessoa, que se bem prescrita traz a cura desse problema, sim. E não só para esse assunto, os Florais tratam as mais diversas doenças e problemas. É claro amigos, não devemos em momento algum deixar de realizar o tratamento médico, ou de administrar remédios alopáticos porque se está fazendo uso dos Florais. Estes devem ser encarados como uma terapia complementar. Isso vale também para quem tem problemas em emagrecer: não abandone o nutricionista, ou o endocrinologista.
O texto abaixo foi retirado de vários sites. Eu fiz um resumo para que a leitura ficasse interessante e fácil de ser entendida.

A todos uma boa leitura!




CURE SUA VIDA – FLORAIS DE BACH

“Não devemos exigir perfeição de nosso corpo, mente e alma. Apenas respeitá-los e ouvi-los, assim eles mostrarão o caminho para o aperfeiçoamento. Ser apenas nós mesmos. E encontrar a verdade, a certeza e a paz no silêncio do nosso coração.”
Edward Bach



         Dr. Bach acreditava que a doença era o resultado do conflito entre alma e mente, e que seria erradicada com esforços mentais e espirituais. Acreditava que a atitude mental tinha papel vital na manutenção e recuperação da saúde. Descobriu que as flores transmitiam a energia da natureza, capaz de anular sentimentos negativos, restaurando o corpo físico, mental e emocional. “Assim como as flores florescem no mundo físico, o mesmo ocorre na alma humana, quando se faz uso dos florais.”
Os Florais de Bach são constituídos de 38 essências, com exceção de Rock Water, feito com água de fonte de propriedades curativas, e atuam diretamente no campo energético vibracional, com exceção do Olive, que atua diretamente no campo etéreo. Podem ser utilizados com outros tipos de tratamentos ou sozinhos, não interagem com medicamentos, nem mesmo os homeopáticos. São totalmente seguros e não apresentam efeitos colaterais.
         É importante que se diga que há uma formulação especifica para cada pessoa, mesmo que se esteja tratando de um mesmo problema.

Os Florais, por atuarem no campo energético, têm a capacidade de limpar o registro do trauma, a memória energética, já que os pensamentos tomam formas, e essas formas ficam presas nos nossos corpos sutis. Os Florais são, portanto, remédios vibracionais, com energias sutis e de freqüências especificas, ou seja, vibram além do plano físico. Servem para derrubar os bloqueios energéticos, o nó psíquico ou emocional que nos trava diante de situações que precisam ser resolvidas. Ele dissolve os padrões negativos que trazemos dentro de nós e que consistem de hábitos mentais, atitudes e comportamentos que nos refreiam e limitam. Os Florais também nos dão apoio para que possamos lutar contra as doenças, harmonizando depressão, ansiedade, traumas e fatores emocionais que impedem a cura. Além disso, eles aperfeiçoam nossas qualidades e catalisam a auto cura definitiva. A eficácia dos Florais está na transformação do estilo de vida, na promoção do bem-estar e do equilíbrio espiritual, no desabrochar das qualidades positivas da personalidade, efetuando a busca do auto conhecimento.
Entretanto, é importante que se diga, mesmo com esse poder de ir até nossos corpos sutis, romper com bloqueios energéticos, limpar memórias destrutivas, os Florais só conseguem ir até o ponto que a pessoa permitir. Por mais eficazes que sejam, eles não podem fazer pelo paciente aquilo que ele tem que fazer por si próprio e, também, não pode limpar o padrão energético que a pessoa não quer que seja liberado.
Uma das questões que devemos ter sempre em mente é que não devemos esperar algum efeito imediato, já nas primeiras dosagens; os Florais não são remédios alopáticos. Geralmente, as pessoas atentas ao seu comportamento, ou as que já entraram no caminho do autoconhecimento, podem atingir o seu equilíbrio mais rapidamente do que aquelas pessoas que ainda necessitam de compreensão e percepção de suas vidas. Por outro lado, não se precisa acreditar nos Florais para que eles funcionem; não confunda placebo ou crença pessoal com as essências florais. Outro aspecto que deve ser bem conscientizado: o uso dos Florais não muda a personalidade de alguém, nem interfere no livre arbítrio do individuo e, muito menos, o deixará passivo, sugestionado ou subserviente. Além disso, se um Floral não corresponder às necessidades emocionais ou espirituais do individuo naquele momento, ele simplesmente não funcionará.
 No âmbito da terapia floral inexiste efeito nocivo, desarmônico, negativo ou algo semelhante que afete quaisquer funções orgânicas, psíquicas ou emocionais de forma perigosa ou danosa. Em tempo algum durante ou após o tratamento haverá sintomas que possa prejudicar a pessoa de forma a deixá-la num quadro irreversível; as essências florais não são drogas com substancias químicas que alteram o metabolismo; por isso, também não existirá problemas com dosagens excessivas.


         Amigos, estou escrevendo sobre os Florais, porque pra mim é a cura em forma de gotas. As essências florais nos ajudam em nossa jornada de responsabilidade durante a vida, nos fazem perceber que em grande parte a felicidade encontra-se em nossas mãos; auxilia-nos a desfazermos dos fardos do passado, das idéias obsoletas, dos pré-conceitos e dos grandes obstáculos que são criados por nós mesmos; por fim, dissolvem nossos medos, angústias, dúvidas, hesitações, descrença, ansiedade, trazendo o equilíbrio necessário à verdadeira expressão, criatividade, paz interior, amor-próprio e autoestima que todos nós merecemos.  Os Florais criam uma nova “consciência” para o ser humano, curando a sua alma.

        

“Nossos pensamentos são a maior ferramenta para saúde perfeita. Existem padrões mentais que nos levam as doenças, o pior de todos os sentimentos negativos é a CULPA, pois paralisa e faz desencadear doenças, ela funciona como empilhamento de memórias.”

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Você é insubstituível, um ser único no universo

Olá Amigos!!

Esta postagem é muito especial, porque é muito positiva, são dicas, conselhos que motivam a gente. É uma mensagem para o amigo que quer muito se curar do seu distúrbio alimentar e já deu inicio ao processo, mas também é para aquele que ainda não conseguiu começar; é para tantos outros que estão cheios de problemas, tristezas, mas que querem muito ser felizes. É uma postagem para levantar o astral, recomeçar qualquer coisa e começar uma coisa nova.

Este texto é um resumo do capítulo VIII do livro “Treinando a emoção para ser feliz”, do autor Augusto Cury. Para os que gostariam de ler o livro por inteiro, podem fazer um download gratuito pelo site www.4shared.com

Sendo assim, para todos uma boa leitura e fiquem com Deus.

Bjs


“Você é insubstituível: um ser único no universo”

“Tome cuidado! Não se submeta à ditadura dos padrões de estética e do consumismo. Desconfie do “belo” preconizado pela sociedade. Você pode ser belíssimo, mesmo que esteja longe dos padrões de beleza. A paranóia da estética tem envelhecido precocemente a emoção. Tem produzido velhos no corpo de jovens.
Não seja escravo dos seus fracassos, das suas tentativas mal sucedidas de mudar seu estilo de vida, do seu perfeccionismo, das suas preocupações e muito menos dos pensamentos antecipatórios. Nas sociedades livres, muitos homens estão vivendo no mais profundo cárcere, o cárcere da emoção. Liberte-se, aquiete seus pensamentos, seu maior compromisso é viver feliz.
Sempre recorde que as coisas mais belas estão presentes nas coisas mais simples. A miséria sempre foi manchete e a alegria sempre ficou no rodapé. Temos milhões de motivos para sermos alegres, mas frequentemente damos mais importância para aquilo que nos aborrece.
Não se preocupe excessivamente com a sua imagem social. Procure dar o melhor de si, mas não gravite jamais em torno do que os outros pensam e falam de você.
Não critique excessivamente o mundo a sua volta. Toda reclamação, crítica excessiva e negativismo são registrados automaticamente em sua memória, expandindo zonas doentias em seu inconsciente. Cuide do que você arquiva, que estará cuidando da sua emoção.
Treine trabalhar com prazer. Conquiste as pessoas difíceis, autoritárias, complicadas. Transforme-as em seus amigos. Observe se os defeitos que você vê nos outros também não estão em você. Não espere que os outros mudem com você, mude você com eles. Não espere que a situação mude, mude a situação.
O pior observador é aquele que não consegue sair da sua poltrona, que exalta, ainda que sutilmente, a sua conta bancária, os seus diplomas e o seu status e não exalta a vida que pulsa dentro de si. Pensa excessivamente, raramente se desliga. O pensamento acelerado expande a tristeza e a fadiga.
A vida é o maior espetáculo do mundo, obra-prima do Autor da existência!
Descubra que há uma força no seu espírito maior do que imagina. Quando as lagrimas, que você nunca teve coragem de chorar, escorrerem silenciosamente em sua face e você sentir que não tem mais força para continuar sua jornada, não se desespere. Pare! Tenha coragem de ser um pequeno aprendiz. Retome alguns caminhos, abra novos atalhos e aprenda a mais básica e legítima lição de treinamento da emoção: recomeçar tudo de novo, tantas vezes quantas forem necessárias.
Ambicione ser feliz! Sonhe em ser feliz! Persista em ser feliz!
Que você nunca desista dos outros. Que lhes dê todas as chances necessárias. Que possa ajudá-los a corrigir as rotas de suas vidas, mas, se eles tiverem dificuldades para caminhar, não os condene. Se eles não quiserem ser ajudados, aprenda a controlar a sua ansiedade e poupar energia; respeite-os e espere até que eles peçam ajuda.
Que você jamais desista da vida e nem se auto-abandone, mesmo se o mundo desabar sobre você e ninguém o compreender.
Que você aprenda a erguer os olhos e enxergar continuamente o mistério e o encanto da existência.
Que você possa se levantar todas as vezes que tropeçar e continuar sem recuar.
Que você fique fascinado em descobrir que, para o Autor da vida, você é um ser insubstituível, ímpar, exclusivo. Que vocês sejam grandes e inseparáveis amigos.
Que você nunca se sinta mais um número na multidão. Que jamais duvide de que, embora tenha defeitos, dificuldades e momentos de insegurança, o universo não seria o mesmo sem você.”

Augusto Cury


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Só é feliz quem se ama e se aceita plenamente

Trechos escritos pela autora Louise Hay sobre a Obesidade


"Só é feliz quem se ama e se aceita plenamente. Você já se olhou hoje e disse: "estou bonito, meus olhos brilham, estou feliz com minha aparência" ? Saiba que você é o seu maior estímulo. Não tente parecer aquela modelo magérrima que está na moda, ou aquela atriz de maravilhosos cabelos encaracolados, se seu tipo físico não tem nada a ver com o delas. Você tem de gostar de você para que se sinta bem. Aceite-se! Ame-se!"  

" O ato de comer sempre esteve ligado a expressões afetivas. A verdade é que, graças ao amor de quem nos alimentou crescemos e hoje estamos aqui. Qual é o problema, então? O seu sobrepeso é a sua insegurança, é o seu medo de não ser amado, é o que separa você do mundo real, o que separa você de ser uma pessoa de verdade, adulta. O seu sobrepeso é o seu medo de crescer. O ato de comer é como voltar imediatamente ao carinho materno. Lembre-se, encher-se de comida é perpetuar o poço do qual você quer sair. Escolha crescer, escolha formas sadias de se proteger, de sair ao mundo, de se amar, de se valorizar. VOCÊ É UM SER ESPECIAL, SOMENTE POR SER VOCÊ."

"Quando nos encontramos envolvidos no ato de comer em excesso, estamos tentando escapar de nós mesmos. Não queremos estar em contato com nossos sentimentos. Algo,nesse momento, que acreditamos, ou dizemos, ou fazemos é muito ruim para que possamos olhar de frente. Amar-se e apoiar-se, confiar no processo da vida e se sentir seguro são coisas extremamente importantes, quando se trabalha com vícios e maus-hábitos. A maioria das pessoas que tem hábitos destrutivos apresenta um profundo ódio de si mesmo; são muito rígidas e intolerantes consigo mesmas. Dia após dia, autocastigam-se. Por quê? Porque em algum momento,quando eram crianças, aceitaram a ideia de que não serviam, de que eram maus e necessitavam de castigo. O perdão, o amor a si mesmo e uma disposição a viver a verdade podem ajudar a curar essas feridas e conseguir se livrar desses comportamentos. Renuncie a ideias e crenças que não eu nao lhe apóiam e nem lhe nutrem."

"Amar a única pessoa que vai lhe acompanhar durante todo o dia e pelo resto de sua vida; um ser especial, único e valioso - tão valioso que a natureza escolheu entregar ao mundo um único modelo."



Um beijo a todos!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

EMAGRECENDO COM AUTOESTIMA

ALGUMAS DICAS PARA O DIA-A-DIA DE QUEM QUER EMAGRECER OU JÁ ESTÁ NO PROCESSO DE ELIMINAR ALGUNS QUILINHOS

- Não critique seu corpo. Não queira que ele seja menor para amá-lo. Curta cada centímetro quadrado dele. Não se compare a ninguém, não queira ter a perna do fulano, ou barriga, ou o braço, enfim. Isso não é ser legal consigo mesmo. Normalmente, quando nos comparamos com alguém, é para nos sentirmos inferiores a essa pessoa (fazemos isso como os mais magros, com os que têm mais dinheiro, ou um cabelo mais bonito,...), o que não acrescenta nada para a nossa autoestima. Então, para que ficar se maltratando assim. Somos únicos, temos nossos próprios talentos, nossas aptidões, nossas qualidades e até defeitos; não precisamos ficar fazendo comparações. Não tem porquê.

- Pare de contar calorias. Alimente-se quando tiver fome e dê preferência para os alimentos mais saudáveis. Se tiver vontade de ingerir algum alimento diferente, mais calórico, faça e não sinta culpa. Haja com você como se estivesse agindo com seu melhor amigo. Você não deixaria seu amigo com culpa por ter comido chocolate, não é?

- Não dê força a compulsão alimentar. Repita para você o dia inteiro que é uma pessoa saudável, que possui uma mente tranqüila, que é livre para ser o que quiser ser. Esqueça que existe compulsão alimentar. Acredite na sua cura.

- Não leia a respeito de dietas, de calorias, de comida, tente viver com uma mente mais magra. Tenha pensamentos sobre como você é especial, magnífico, como fica bem na sua melhor roupa, como seu cabelo fica bonito com aquele penteado ou como seu rosto fica harmonioso com aquele óculos de sombra, enfim. Deixe ir esse padrão de pensamento direcionado para a compulsão alimentar, para os alimentos proibidos, para aquela ou esta comida, para as calorias, para a barriga que erroneamente não gosta.

- Abaixo há um texto que copiei de algum lugar, mas não faço idéia quem escreveu. Resolvi postá-lo, porque gostaria que você refletisse sobre o que está escrito e responda pra você mesmo: É isso que você acredita a seu respeito, foi isso que você imaginou, que planejou para a sua vida, é assim que você quer continuar sendo? Tenho certeza que a sua resposta é não para todas as minhas perguntas!!

“O gordo enfrenta inúmeros dissabores: insatisfação com as roupas, com a sua imagem no espelho, dificuldade de manter a dieta que se propôs e depois o sentimento de culpa por ter desistido. Seu dia é pautado por desejos, frustrações, ansiedade e culpa. Pensa em comida, ou na falta dela o tempo todo. E cansado de tantas frustrações, promessas, tentativas e fracassos, desanima. O gordinho que já experimentou de tudo, de repente dá de cara com ele mesmo. E ainda gordo. E acontece algo tristemente comum: ele passa a perder a fé nele próprio. Entra em uma angustia profunda e em um desânimo sem igual. Sua ansiedade aumenta com essa carga interna de pressão e cobrança. Há a pressão externa também, principalmente exercida pelos meios de comunicação. Frente a tudo isso, o obeso faz algo para se aliviar e a sua válvula de escape é comer ainda mais, o que aumenta seu problema. Sua autoestima e auto- confiança, que já estava microscópica, some de vez.”

Amigos se a resposta realmente é não, saiba que você pode mudar tudo agora mesmo, apenas decidindo que fará isso. Eu sei que parece simples demais, mas é a decisão de se gostar, de parar de se criticar, de parar de dar ouvidos à mídia doente por corpos perfeitos feitos no fotoshop, é a decisão de dizer sim para a sua felicidade, de se colocar em primeiro lugar, de saber dizer não e parar de engolir sapos, é a decisão de liquidar com os pensamentos negativos sobre si mesmo; é isso que emagrece. Experimente, você esteve tanto tempo agindo errado consigo mesmo, pensando mal a seu respeito, e o que ganhou? Apenas alguns quilinhos e nada de bem-estar. É tão fácil pensar no sucesso, quanto pensar no fracasso. A decisão é sua!!


Um beijão enorme e fiquem com Deus!!


quarta-feira, 22 de junho de 2011

O MANUAL DE INSTRUÇÕES QUE VOCÊ DEVERIA TER RECEBIDO AO NASCER

Olá amigos!!

O título desta postagem é justamente o nome de um livro de metafisica escrito por Joe Vitale (um dos protagonistas do filme "O Segredo", autor de muitos livros, entre eles o famoso "Limite Zero"), o qual escolhi para postar um trecho. Esse livro é fantástico, tem uma linguagem simples, como se diz: é gostoso de ler. Há várias partes dentro de um mesmo capítulo escritas por outras pessoas. Em uma delas encontrei um texto muito interessante, o qual coloquei em prática a ideia sugerida. Não preciso dizer pra vocês que foi justamente para me ajudar no tratamento da Compulsão Alimentar, em que tive bastante êxito. Ainda hoje, procuro fazer esse exercício, não mais para emagrecer, mas para resolver qualquer probleminha que possa prejudicar minha autoestima.

Sendo assim, desejo a todos uma boa leitura!! bjs



"RECUPERE SUA AUTOESTIMA: TRANSFORME SUA FALA DE NEGATIVA EM POSITIVA"

Dr. Joe Rubino

“Como seres humanos, todos somos magníficos por natureza. Possuímos a habilidadede superar obstáculos, atingir realizações significativas, honrar nossos valores mais importantes, reter felicidade e contribuir com nossos presentes únicos e especiais para com os outros. Em resumo, podemos assumir a responsabilidade de fazer nossas vidas funcionar otimamente. No decorrer dos desafios da vida, infelizmente, perdemos esses fatos de vista. A partir do nascimento e continuando ao longo de nossas vidas, enfrentamos incontáveis experiências que podem aperfeiçoar nossa autoestima ou acabar com ela. O processo de diminuir nossa autoestima começa com uma simples observação que, de alguma forma, nao medimos. De alguma maneira, nos julgamos diferentes e deficientes. Decidimos que nao pertencemos a lugar algum. A partir desse ponto, nossas vidas se desdobram de acordo com nossas expectativas, as quais se relacionam diretamente como nos sentimos sobre nós mesmos. Seja que merecemos todas as coisas que a vida pode nos oferecer, ou que merecemos dor e sofrimento, por causa de nossa falta de valor. Quando nos julgamos com dureza, diminuímos nossa capacidade de merecer amor e atingir o sucesso e abundância. Enquanto nossa autoestima continua a diminuir insidiosamente, nos vemos incapazes de direcionar de maneira produtiva nossas vidas e boa sorte. A chave para reverter o processo de dúvida em relaçao a nós mesmos está em criarmos poderosas interpretações das coisas que os outros dizem ou fazem, em vez de interpretações negativas que nos censurm ou alimentam sentimentos de inadequabilidade. Com frequência, também confundimos o que realmente é dito ou feito com o significado pessoal que atribuímos a essas ocorrências. Aqueles que sofrem de baixa autoestima compartilham uma tendência maior de assumir os significados negativos nos acontecimentos da vida. Os significados têm conotações pessoais negativas, mesmo quando nenhuma foi pretendida ou existia. Essas interpretaçoes prejudiciais disparam imediatamente raiva, tristeza ou medo. Ainda que detestemos sentir essas emoções, criamos a todo instante explicações de acontecimentos que nos deixam com esses sentimentos. Quanto maiores as emoções se tornam, maior a nossa tendência de atribuir conotações erradas às situações. Quanto mais o fazemos, mais nossa autoestima se corrói. A boa nova é que qualquer pessoa pode aprender um novo comportamento para anexar significado positivo ou neutro às coisas que são ditas ou feitas, substituindo as típicas implicações negativas. O primeiro passo requer desenvolver a habilidade de distinguir os fatos das interpretações que lhes atribuímos. Isso é especialmente útil durante ocasiões de estresse e aborrecimento, quando as emoçoes de raiva, tristeza ou medo estão presentes. Como uma bandeira vermelha, essas emoções nos avisam que estamos confundindo fatos com interpretações, disparando a fala negativa que corrói nossa autoestima. Vamos examinar a fala destrutiva em detalhes. Imagine sua fala negativa como um personagem cínica que gruda em seu ombro, que chamaremos de Chip. É importante distinguir a aviltante voz do Chip como uma entidade separada de fora e a partir de você mesmo. É importante distinguir entre o conselho pessimista de Chip e a orientação sábia de sua intuição e consciência. Chip pode ter a mente individualizada, mas não muito valioso em defender sua superioridade ou fazê-lo sentir-se melhor sobre si mesmo. O trabalho dele é mantê-lo sem importância e protegê-lo de riscos de ficar tentando fazer o melhor e tornar-se valioso. Ele faz o possível para sussurrar bobagens em seu ouvido, levando-o a sentir-se mal sobre quem você é. Isso faz com que você se afaste de suas necessidades e sonhos, evitando novas situações e se distanciando de sua verdadeira magnitude, além de se achar pouco valioso. Chip gosta quando você se torna uma vítima, pois isso facilita seu trabalho. Vítimas não pertencem a lugar algum, nao se arriscam fora de sua zona de conforto, ou aspiram quaisquer grandes realizações. Elas vivem em um mundo marcado por resignação, um mundo que as exclui como nao boas o bastante para brincar. Chip pode levá-lo a acreditar, erroneamente, que é mais seguro se esconder, desistir de tentar e desistir do que começar, ou de ir para o ouro. Ele fará com que você acredite que, de fato, é melhor ficar em segurança, evitar risco e possível falha. Ele é rápido em mostrar todos os motivos pelos quais você deve sentir-se mal sobre quem é. Ele prefere que você acredite nas colocações dele, para que não pense que vale o bastante para se arriscar em novas aventuras, encontrando sucesso ou liberdade. Se você nao tentar, não pode falhar e, assim, Chip o terá protegido da possibilidade desagradável. Ele sabe que, ouvindo sua orientação, você poderá deturpar seus relacionamentos e sabotar seu sucesso. Chip tambem é o mestre da culpa, levando você a se culpar repetidamente. Chip pode dizer que sua vida não é tão ruim se vivida calmamente, sem o estresse que acompanha a necessidade de conquistar grandes coisas. Talvez você pense que não está vivendo todos os extremos ruins, agindo pequeno e abaixo de seu potencial. Em qualquer cenário, Chip consegue espalhar sua autoestima e fazê-lo se resignar em nunca ser bom o bastante, confundindo sua habilidade de separar o que aconteceu de suas interpretações. Recuperar sua autoestima resultará de sua capacidade de reconhecer quando Chip está falando suas bobagens e perceber que seu mau conselho não apóia sua superioridade, felicidade ou magnitude. Reconheça que esses pensamentos não são verdadeiros e não apóiam a sua felicidade. Saiba que você não precisa ouvi-lo. A maneira mais eficiente de silenciar o Chip é lhe dizer para calar a boca e sumir! (quantas vezes forem necessárias). Você precisa  ser tão forte em silenciar esse falador cínico, quanto ele é diminuindo-o continuamente. Sua capacidade de discernir entre a voz depreciativa dominante e o suave conselho inteligente de sua intuição ajudará sua autoestima a prosperar.”

terça-feira, 7 de junho de 2011

Morrer de fome para ficar magro


Jillian Sawers

Doenças como a compulsão alimentar, bulimia e anorexia estão começando cada vez mais cedo. Essas doenças podem assombrar um indivíduo durante muito tempo de sua vida.  Não há modo de medir os danos à autoestima, à saúde, ao sucesso e à felicidade de milhões de pessoas.
 

O mito da beleza

Não é coincidência que o número de pessoas afetadas por algum tipo de distúrbio alimentar esteja subindo nitidamente e correndo em paralelo com o aumento da pornografia da beleza. Você pode nunca ter ouvido esse termo, mas pode ter-se dado conta cada vez mais de sua presença. Lembra quando, não faz muito tempo, as capas das revistas femininas eram estampadas com o rosto de uma ou outra linda modelo? De repente, parece que a norma tornou-se não só mostrar a parte superior das modelos, mas muito freqüentemente elas agora estão com os seios de fora. Ontem mesmo eu folheava uma revista numa sala de espera, e reparei numa propaganda que uma jovem modelo estava promovendo. Em todas as sete imagens ela aparecia quase totalmente nua. O que estava ela promovendo? 

Em seu livro mais importante, o Mito da Beleza, Nomi Wolf capturou a essência da mais poderosa ilusão que penetrou na sociedade moderna – se você não estiver bonito não poderá ter sucesso ou ser felizO mito da beleza prende a mulher em um ciclo de limitações de auto-ódio e auto-imposição obtidas pelo consumo diário de centenas de imagens de jovens mulheres prósperas, impossivelmente belas, magras e aparentemente felizes. O mito nos fala que nós também poderemos "ter de tudo" somente se investirmos bastante tempo, energia, força de vontade e, é claro, dinheiro para alcançar tudo isso. Cada produto de beleza contido naquela revista estava associado com formas femininas esbeltas, atraentes, nuas. Para ‘ela’ representa os sonhos de beleza de milhões de mulheres, e os sonhos de milhões em renda para os fabricantes de produtos de beleza, dietas, cirurgia plástica e academias de ginástica. Não há razão para lutar contra a irresponsabilidade dos publicitários e fabricantes, por que eles mesmos não sabem o que estão fazendo. Suas evasivas a essa questão podem ser ouvidas na reivindicação de seus clichês: “Nós estamos somente vendendo o que as mulheres realmente querem”. Mas em nossa busca por auto-estima, por um senso real de identidade e propósito na vida, precisamos reconhecer a influência poderosa da mídia moldando nossa consciência, desejos e comportamento. Talvez esse seja o primeiro passo no processo curativo. 

Um passeio por um importante museu ou galeria de arte revelará uma gama extensiva de normas de beleza, de acordo com a cultura e o período do tempo. Dentro do século XX, vimos a popularidade do tipo garoto como figura dos anos 20, o voluptuoso ideal de Marilyn Monroe dos anos 50, seguido pelo ideal pré-adolescente de Twiggy nos anos 60. Os paradigmas continuam mudando. Mas parece que a magreza veio para ficar. E essa é uma meta que precisa mais do que uma aplicação de maquiagem e um novo cabelo para se alcançar. 
 

Inimigo público número um – a dieta!

 Quando alguém embarca numa dieta, não é tão simples como restringir a ingestão de comida, perder peso, manter peso. Quando entramos nesse mundo misterioso da dieta, entramos em um sonho, uma promessa, mantida por um conjunto elaborado de rituais.   
           Aquele que faz dieta começa a investir sua energia mental numa batalha contra si mesmo para atingir um peso, que ele conscientemente ou subconscientemente sente que trará a ele confiança, estilo, amor, sucesso e aceitação de seus desejos, uma batalha que a maioria nunca ganha. Estatísticas revelam que 97% recuperam o peso perdido do início da dieta, e até um pouco mais. Claro que nós nunca poderíamos concluir que dietas não funcionam.

Assim que alguém decide começar a restringir a ingestão de comida para perder peso, forças psicológicas e fisiológicas poderosas entram em jogo. Naomi Wolf reconta uma experiência fascinante que aconteceu na Universidade de Minnesota. Foram colocados trinta e seis voluntários em uma dieta de baixa caloria e os efeitos psicológicos e físicos foram documentados cuidadosamente. O grupo de controle era jovem e saudável, mostrando níveis altos de confiança, força, estabilidade emocional e boa habilidade intelectual. Eles começaram um período de seis meses no qual a ingestão de comida foi reduzida pela metade – uma típica técnica de redução de peso para mulheres.  Em pouco tempo o grupo começou a exibir sintomas clássicos de desordens alimentares: coleta de receitas, estocagem de comida, perturbação emocional, bebedeiras, vômitos e remorso. Alguns ficaram apavorados ao cogitarem sair fora do ambiente da experiência, por poderem ser tentados por comidas que eles tinham concordado em não comer.

  O rebelde interno


Primeiramente, o corpo é magnificamente equipado para evitar a fome e, aos primeiros sinais de eminente escassez, reduzirá a velocidade do metabolismo para armazenar gordura por mais algum tempo. Depois de certo tempo, o apetite aumentará dramaticamente a fim de incitar o consumo de comida necessária para sustentar a vida. Assim, aquele que faz dieta tem que trabalhar mais e mais contra os mecanismos naturais do corpo no intuito de perder e manter o peso perdido. Em nível psicológico, eu só posso ignorar o meu apetite no intuito de atingir o ideal aceitável durante um período restrito de tempo. Por fim, uma maravilhosa magia psicológica acontece. O rebelde dentro de mim, cansado de se conformar, que quer ser aceito como quem realmente é, não um ideal imposto, começa a descarregar os estragos de seu mais bem traçado plano para emagrecer. Como uma criança que precisa de um forte motivo para tornar-se bom, em lugar de apenas ter medo ou esperar recompensa dos pais para evitar o mau, o meu eu mais profundo se rebela contra a superficialidade de minha motivação. Já não agüentará mais a fome a fim de parecer bom para o mundo.  Não mudar de opinião o levará à geladeira. Normalmente, ir atrás de comida não traz de volta os seus hábitos alimentares normais; mais freqüentemente transforma-se num exagero, seguido por outra dieta de repetição, exagero, dieta, exagero. Quando você diz para alguém que ele(a) não pode ter algo que está na sua frente, isso produz um desejo forte e natural para ter aquela coisa. Essa é a razão por que uma mentalidade de dieta produz obsessões de comida e, por fim, quando a vontade é superada, há exageros. Toda vez que uma dieta é retomada, fica mais difícil perder peso, pois o metabolismo torna-se menos eficiente. 
 
Embora a futilidade da dieta pareça ser óbvia, não é tão fácil renunciar à sua isca poderosa. Durante anos tem sido assegurada a promessa de um futuro luminoso, e de se evitar dores presentes. Porém, embora dietas nos mantivessem num padrão de estar sob controle, ou então, completamente descontrolados, nós tememos que se fôssemos desistir de tentar nos controlar, então, estaríamos fora de controle para sempre, e quem sabe quão gordo poderíamos nos tornar como resultado. 
 

Largando a dieta


É importante lembrar que, uma vez que sua mente e corpo estejam convencidos de que a privação não está à espreita, eles começarão a relaxar e achar o seu próprio ritmo natural. Assim, o primeiro passo é se dar permissão de comer e desfrutar qualquer comida que você deseje. Se esse pensamento por si só provocar muito medo em seu coração, então, esse é definitivamente o conselho para você. Quanto mais nós temermos a comida, mais ela nos controlará. Temos de enfrentar esse medo mantendo uma gama extensiva de comidas disponíveis para nós o tempo todo, mais do que poderíamos comer em uma ou até mesmo em duas refeições. Isso ajuda a convencer nossa mente de que a comida não vai embora, e assim você não precisa comer tudo o que conseguir. Se isso ainda soar ilógico, pense na última vez em que você exagerou em chocolates ou sorvetes. Será que você comeu meia barra, dobrou a embalagem nitidamente e a devolveu ao armário para uma data posterior? É mais do que provável que você terminou com tudo, e que comeu mais qualquer outra coisa doce que pôde encontrar. Agora, imagine que você esteja em frente a um armário tão cheio que você nunca será capaz de terminar com tudo, que em algum momento você terá que dizer “basta!”, e você poderá fazer isso, pois sabe que tudo ainda estará lá mais tarde. Você pode em princípio se achar comendo quantias enormes de comida, mas no fim começará a dizer “basta” de maneira bem mais freqüente e mais cedo. Se você acha que seu exagero não começa a diminuir após um longo período, pode ser que você ainda esteja tratando essa nova abordagem como outra dieta, e se isso não funcionar, você voltará para a dieta. Se esse é o caso, seu subconsciente não acreditará que a escassez não a está rondando, e ainda desejará festejar por via das dúvidas. 
 
É altamente recomendado que você jogue fora, ou pelo menos guarde, suas balanças, de forma a que não se apavore nem se apresse a ir atrás do conforto de uma dieta ou, igualmente importante, se começar a perder peso, seja fatal para fundamentar sua felicidade. Você precisa se livrar de ter sua felicidade ditada por esses pequenos números na balança.   
Também é importante que você comece fazendo todas as coisas que sonhava em fazer quando alcançasse o seu tamanho de manequim perfeito. Nadando, usando roupas agradáveis, solicitando um emprego novo, ou criando relações novas; se você adia essa vivência para quando estiver esbelto, então, nunca será esbelto e nunca começará a viver. Evite leituras de revistas femininas durante algum tempo. Elas só ativam comparações, baixa-estima e ainda outra dieta.   

Comendo para superar o comer muito

Obviamente, você não pode esperar comer tudo o que vê e ainda perder peso. Mas o primeiro passo assustador no processo de cura é começar aceitando o seu corpo como é agora, entendendo as razões por detrás de sua inabilidade para perder peso, e ser mais leve com você. Relaxar, afinal. Por fim, temos de curar padrões negativos de alimentação substituindo-os com bons. Isso envolve escutar cuidadosamente o seu interior para distinguir se o desejo por comer é uma fome física saudável ou espiritual, fome emocional ou mental. Pode demandar algum treino para fazer a distinção claramente, porque para aqueles a quem a fome é freqüentemente a última razão para comer, o sinal para a fome genuína pode ser muito sutil. Uma vez que você reconheceu que seu corpo precisa de comida, precisa perguntar para a sua intuição o que satisfaria essa fome. Listas de comidas especiais e exigências de calorias freqüentemente retiram de nós a incrível sabedoria de nosso corpo, em saber o que de fato ele precisa. Se não satisfizermos essa necessidade, poderemos comer muito mais do que queremos no intuito de preencher essa necessidade. O ato de respeitar a fome, em lugar de negá-la ou reprimi-la, e então comer o que é necessário, é um grande ato de amor-próprio. O prazer de comer a partir de um apetite real e comer o que o corpo realmente requer contém um cuidado e doçura que, por fim, tornam a experiência de comer de maneira mecânica e viciadora – onde a pessoa nem mesmo saboreia a comida que come – parecer uma experiência vazia.
 

Regras para comer


1.  Esqueça das regras. Pelo menos as regras que o mantiveram contando toda porção de comida e fazendo você sentir-se culpado por quebrá-las. 
2. Verifique se você realmente tem fome. 
3. Se estiver faminto, pergunte-se o que você realmente tem vontade de comer. 
4. Se você perceber que não tem fome, mas ainda quer comer, reconheça que ficará confortável ao comer, e pergunte-se o que realmente gostaria de comer.  5. Faça da refeição uma ocasião, desfrute cada garfada. 
6. Se você está confortável comendo, não se sinta culpado depois. 
7. Tente descobrir o que ativou a necessidade para essa satisfação em comer e veja se você pode achar um modo mais apropriado de lidar com isso no futuro. 
 


Enfrentando os sentimentos


Há numerosos gatilhos que podem mandar um comedor compulsivo à geladeira. Solidão, chateação, excitação, celebrações, nervosismo, rejeição, e assim por diante. Nós podemos abusar do comer para impedir esses sentimentos desagradáveis de dois modos. Primeiro, enquanto estamos comendo, nossa mente ocupada breca esses sentimentos. Segundo, depois do exagero, posso então ocupar minha mente com sentimentos ruins para mim mesmo, e para o peso que eu estou ganhando. O medo original ou o problema que estava me preocupando foi transferido agora para a minha vontade de comer e meu problema de peso. E eu sinto que se obtivesse vitória quanto ao meu peso, tudo em minha vida estaria perfeito. As pessoas frequentemente se sentem desapontadas diante da perda de peso, em achar que suas vidas não tiveram grandes melhoras. Como parte da cura de padrões de alimentação negativos, é vital que nós nos tornemos mais sensíveis e simpatizantes ao estado de nossas emoções. Manter um diário de suas emoções e padrões de alimentação pode ser útil, assim como observar seus sentimentos em horários diferentes com pessoas diferentes. Por exemplo, uma visita a casas de familiares pode ativar velhos  sentimentos e padrões alimentares por causa de alguma ansiedade não resolvida ou recordações de nossa infância ou pais. Respirar profundamente, relaxar conscientemente e comer lentamente podem nos ajudar a enfrentar esses sentimentos, ao invés de fugir deles.
 

Satisfazendo a fome espiritual

No final das contas, superar o exagero na comida é um processo para o qual nós precisamos utilizar profundamente nossa ação interna de paciência e amor-próprioAo invés de colocar bobagens, na forma de comida, em nossas bocas, devemos sempre perguntar a nós mesmos qual é a real necessidade, o que realmente queremos? O desejo de comer demais é simplesmente a nossa criança interna chamando um pouco de atenção.  Essa atenção pode envolver nossas perguntas do eu interno como, “Como estou me sentindo? O que desejo? A comida me dará o que quero? Essa fome é física ou emocional? Do que a alma precisa? O que eu, a alma, preciso experimentar ou expressar?”
A procura por satisfazer essa fome real interna é espiritual e a bênção escondida em qualquer vício é que nos força a redescobrir o nosso eu, nossa verdadeira identidade e nossa verdadeira beleza interior. Isso é especialmente pertinente aos distúrbios alimentares por causa de nossa obsessão com a imagem do corpo e a sensação da comida. A prática da meditação é extremamente vital para aprender a amar e a entender o eu e, por fim, transformar o condicionamento negativo. Uma das descobertas que a meditação faz é a diferença entre o “eu espiritual”, o ser interno, e o corpo que eu habito, como uma roupa. Em vez de precisar de beleza externa para me fazer sentir valioso, eu experimento minha real beleza interna e força, e desenvolvo um forte senso de valor próprio. Eu me vejo mantendo meu corpo com um senso de amor e responsabilidade por mim, ao invés de usar o corpo para buscar atenção e satisfação. A meditação também pode nos ajudar a descobrir um senso mais profundo de nosso propósito na vida, nos livrando de mais preocupações mundanas e problemas. Escrever afirmações baseadas no conceito do eu espiritual, amando e cuidando do corpo físico, pode fazer maravilhas. É como reprogramar velhos padrões de pensamento subconscientes com esforço mínimo. Você pode escrever essas afirmações, pode falar ou pode fazer ambos simultaneamente. Eu poderia sugerir vinte e cinco afirmações pela manhã e vinte e cinco à noite – experimente por conta própria. As afirmações seguintes são algumas de minhas favoritas.

• Eu tenho um corpo vibrante e saudável que trato respeitosamente. 
• Eu trato meu precioso corpo com carinho e cuidado. 
• Eu sou uma alma contente que trata meu corpo com bondade e respeito. 
• Eu sou uma deusa que reside em meu templo sagrado com dignidade e paz.
 

Sucesso de longo prazo


A viagem de volta para o bem-estar físico, emocional, mental e espiritual é de uma vida inteira, e um grande teste de paciência para aqueles dentre nós que estão viciados na experiência do hábito estrondoso da dieta. Como um kit de sobrevivência, pode ser bom para você manter os seguintes lembretes à mão:


O que pode ajudar?

 • Entender que você não é anormal ou louco, apenas compulsivo. 
• Encontrar novos modos para se expressar. 
• Largar o açúcar – sim, açúcar é uma substância viciadora – e deixar esse hábito freqüentemente pode reduzir os exageros em torno de 90%! 
• Aprender mais sobre a interação entre comida, corpo e        emoções. 
• Exercícios moderados.  • Usar roupas confortáveis nas quais você se sente bem. 
• Desenvolver um sistema de apoio para você. 
• Manter um diário. 
• Fazer afirmações diariamente e meditar regularmente
 
O que não ajuda?


 • Ir a médicos, terapeutas e psicólogos que não sejam especializados na área de distúrbios alimentares.  • Fazer dieta, vomitar, tomar pílulas para dieta, bebidas, laxantes.  • Preocupar-se constantemente com seu peso ou comida. 
• Pesar-se. 
• Ler mensalmente revistas de moda
• E criar para si mesmo um momento difícil em relação a qualquer coisa!